Resumo em 3 bullets
- Polícia Federal usa ferramentas especializadas para acessar dados de celulares apreendidos
- Mensagens apagadas e criptografadas podem ser recuperadas por meio de tecnologia israelense e americana
- Perícia consegue rastrear detalhes como horário de envio e destinatário
Contexto
A Polícia Federal utiliza aplicativos tecnológicos para quebrar criptografia e recuperar mensagens apagadas em investigações criminais que envolvem apreensão de celulares e notebooks.
Entre as ferramentas estão o Cellebrite, de uma empresa israelense, e o GrayKey, dos Estados Unidos.
Insights e implicacoes
- Mesmo mensagens de visualização única deixam logs que podem ser usados para descobrir detalhes da comunicação
- A recuperação de arquivos apagados ou criptografados é possível através de ferramentas especializadas
- A PF também usa o Indexador e Processador de Evidências Digitais (IPED) para organizar arquivos e facilitar a busca
O que fazer agora
- Conscientizar sobre a permanência de dados mesmo após exclusão.
- Utilizar criptografia ponta a ponta para comunicações sensíveis.
- Manter backups atualizados e seguros.
O que vale acompanhar
- Evolução das tecnologias de criptografia e quebra de dados.
- Desenvolvimento de novas ferramentas de perícia digital.
- Debates sobre privacidade e acesso a dados em investigações.
Fonte e transparencia
Informações obtidas através de entrevista da Polícia Federal com o site O Globo, publicada no Canaltech. Detalhes sobre as ferramentas e processos foram revelados pelos próprios peritos da PF.
Por que isso importa
Entender como funciona a recuperação de dados em investigações criminais